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"Passei 2 meses sem andar devido as dores do ciático”. Revela homem que tratou suas dores sem precisar de cirurgia

Saiba como Fabrício deixou reduziu suas dores no ciático em 1 mês com uma alternativa pouco conhecida aqui no Brasil.

Por Andressa Pereira, G3 notícias

Publicado há 2 dias.

Olá, meu nome é Fabrício, hoje estou com 34 anos.

Há 5 anos passei pela PIOR FASE DA MINHA VIDA. Fiquei dois meses de cadeira de rodas, sem conseguir andar. 

Eu ficava o dia inteiro em uma cama, chorando e imaginando se um dia conseguiria voltar a me movimentar.

Para piorar a situação, os remédios que o médico me passou não estavam tendo efeito e, além de todo o sofrimento, eu sentia fortes dores. 

Era insuportável!

Você vai entender que o que aconteceu comigo é mais comum do que se imagina.

Sofri com as famosas dores no ciático

o maior nervo do corpo humano, e responsável pelo controle das articulações do quadril, joelhos e tornozelos, assim como dos músculos das pernas e pés. 

A dor neste nervo é muito comum e atinge 1 a cada 4 brasileiros. No entanto, o grande problema é o tratamento incorreto que muitas pessoas fazem.

Eu mesmo fui uma das pessoas que acreditava estar fazendo a coisa certa, quando na verdade não estava.

Exercícios, massagens e remédios ajudam, mas a melhor solução sempre foi deixar o corpo se curar sozinho.

Para isso é necessário dar um tempo no dia sem irritar o nervo ciático através do movimento da articulação sacroilíaca.

Mas logo abaixo você vai entender mais sobre o que estou falando e o porquê desses métodos não serem tão eficazes. 

O que você vai descobrir é algo revolucionário e simples, mas que faz uma total diferença.

Eu posso apostar que você nunca viu NADA PARECIDO ANTES!

Então, preciso que preste muita atenção.

A grande verdade é que eu já havia tentado de tudo, mas todos esses métodos que conhecemos apenas aliviaram a minha dor. 

Nenhum deles realmente me curou ao ponto de eu conseguir ter uma rotina normal e voltar a fazer atividades que amava, como jogar futebol. 

Para se ter uma ideia, fiz 2 sessões de acupuntura, várias injeções na veia, muitos comprimidos anti-inflamatórios e alongamentos, mas nada resolvia.

O que mais me deixava assustado é que sou novo para sofrer com essas dores tão intensas, não era possível que nada me ajudaria. 

Sou um cara normal, assim como você…

Estou casado há 8 anos, tenho dois filhos e trabalho como contador em um escritório de contabilidade na grande São Paulo.

Nunca havia sofrido um acidente ou me machucado gravemente para ter essas dores no nervo ciático.

Mas lembro-me bem do dia em que parei de andar…

Em uma manhã de março de 2018, acordei às 5 horas com uma dor insuportável nas costas.

Acordei a Jaqueline, minha esposa, que fez uma massagem em mim e aliviou.

Naquele momento, pensei que havia dormido de mal jeito e por isso estava com dores nas costas. Pois bem, voltei a cochilar… 

Quando deu 7 horas fui tentar me levantar, mas quem disse que consegui ficar em pé, perdi os movimentos das minhas pernas.

Bateu um desespero tremendo, minhas pernas estavam dormentes.

Não consegui entender nada!

Naquele dia, não fui trabalhar de tanta dor que sentia.

A Jaque comprou alguns anti-inflamatórios e fez novas massagens nas minhas costas e as dores até aliviaram.

Mas quem disse que consegui andar?

Perdoem-me em usar essa expressão, mas minha vida virou um inferno.

Passaram-se os dias e eu me esforçava para sair da cama e caminhar pela casa. Só que as dores eram fortes demais.

Tive que começar a usar fraldas para fazer minhas necessidades, não conseguia ir ao trabalho e passei a fazer o serviço por home office.

Meus filhos queriam brincar e eu não conseguia levá-los para passear ou ter um dia de diversão com eles.

Nem mesmo sexo com a minha esposa eu conseguia fazer.

Comecei a me sentir um homem fraco, sem capacidade de fazer nada por sua família. Era uma verdadeira humilhação.

E junto com essas dores nas pernas e costas, que até então eu não sabia o que eram ,vieram também os problemas psicológicos.

Desde criança sempre fui uma pessoa que se virou sozinho, gostava de resolver meus problemas sem ajuda de ninguém.

Na época da escola, todos queriam fazer trabalho comigo, pois eu era do tipo de aluno que pegava e fazia tudo. 

Gostava de tomar a frente das coisas e resolver tudo da maneira mais rápida possível. Detestava enrolação.

Essa mesma personalidade se manteve na época de faculdade. Eu era um dos melhores alunos da turma de contabilidade. 

Não queria ficar dependendo de ninguém para fazer as atividades e esse sempre foi meu perfil.

Além disso, gosto de sair, conversar com as pessoas, fazer coisas diferentes para quebrar um pouco a rotina cansativa do trabalho.

Sem falar do meu sagrado futebol aos sábados à tarde. Esperava a semana inteira para chegar o dia de reencontrar meus amigos e jogar uma pelada.

Mas agora estava preso em uma cama, dependendo de todo mundo para fazer qualquer coisa que fosse. 

Nada me dava alegria…

Você deve estar pensando se não fui ao médico para saber o que estava acontecendo, não é mesmo?

Pois bem, eu fui…

Paguei cerca de R$400 na consulta com um dos melhores ortopedistas de São Paulo.

Estava bravo pelo valor, mas entusiasmado para saber o que estava acontecendo com meu corpo.

Ele me avaliou, pediu uma ressonância magnética, um raio-x e outros exames.

Para minha tristeza, no final da consulta, ele disse que meu ciático estava inflamado e que era só tomar alguns anti-inflamatórios.

O problema é que eu já estava fazendo o uso desses comprimidos e nada estava adiantando.

O doutor então me disse que em semanas a dor começaria a diminuir…

Saí do consultório com muita raiva.

Já faziam três semanas que eu estava fazendo o uso do medicamento que ele receitou e nada estava adiantando.

Mas decidi acreditar.

Passaram-se dois meses e eu ainda continuava sem andar.

Aqui foi a gota d’água para mim.

Minha esposa disse para voltarmos ao médico e relatar que o remédio não estava fazendo efeito.

Mas eu não queria ver a cara desse cidadão.

Eu realmente estava revoltado e decidi expor minha indignação nas redes sociais.

Pedi para que as pessoas orassem por mim. Não estava fácil conviver com aquilo.

Eu precisava fazer algo para sair daquela situação, senti que precisava agir.

Não poderia ficar para sempre paralisado.

E pode parecer loucura, mas essa postagem mudou a minha vida.

Um grande amigo da época de escola, o Maurício, viu a publicação e decidiu me mandar uma mensagem.

Fazia muito tempo que não conversávamos e, para minha surpresa, ele havia se formado em medicina e se mudado para os Estados Unidos.

Já faziam 6 anos que ele estava morando na América do Norte e por lá Maurício se especializou em neurologia.

Até então eu não sabia, mas seu avô havia sofrido com dores no ciático por muitos anos.

Os incômodos impossibilatavam o senhor de levar uma vida mais ativa e ele acabou falecendo de velhice, mas sem descobrir as causas das dores no nervo.

A morte do avô marcou a vida de Maurício que decidiu se dedicar à neurologia para não deixar que mais pessoas passassem por isso.

Não era possível esses incômodos serem tão intensos e não haver um método 100% eficiente para curá-los.

A gente então começou a conversar e eu lhe expliquei o que estava passando.

Contei que há 2 meses eu não conseguia andar. Minhas pernas estavam dormentes e minha vida estava em ruínas.

Meus filhos não tinham mais um pai alto astral e que os levava para brincar ou assistir futebol. Eu jamais seria o super-herói deles desse jeito.

Sem falar na minha esposa, que estava sem um marido de verdade. 

Não queria abrir meu coração a esse ponto, mas eu estava desconfiado que ela poderia me trocar por outro homem.

Quem ia querer viver com um encosto e que nem consegue fazer amor. Sei que isso não é o principal, mas colabora para um bom relacionamento.

Eu precisava de mudança, e um colega de infância que eu nem lembrava mais, o Maurício, salvou a minha vida.

Ele me contou que o que aconteceu com seu avô fez com que ele quisesse estudar os nervos para entender a causa de tudo isso.

Maurício começou a me explicar que o nervo ciático é o maior de todo nosso corpo e por isso ele fica muito sobrecarregado.

Não é necessário praticar esportes ou ter um serviço braçal para sobrecarregar esse nervo.

Atividades simples do nosso dia a dia, como caminhar, pegar uma criança no colo, subir uma escada ou levantar da cadeira, já são suficientes para estimular uma tensão no ciático.

O grande problema é que com o passar dos anos, isso pode se agravar.

É claro, depende muito de cada indivíduo e da sua rotina, mas é comum as pessoas relatarem dores nas costas, lombar ou pernas devido ao ciático.

Aposto que você mesmo já sentiu uma dor em alguma dessas regiões. Se não sentiu, lamento dizer, mas um dia irá sentir…

Maurício então explicou que uma pressão nesse nervo pode causar inflamação e consequentemente a chamada dor ciática.

A causa mais comum de dor é uma hérnia de disco (problema com um disco cartilaginoso entre as vértebras).

Mas outra causa menos comum de compressão do nervo ciático é quando ele passa pelo músculo piriforme (glúteo). 

O grande problema é que as pessoas optam por fazer uma massagem, tomar um anti-inflamatório ou fazer acupuntura.

Isso é um erro gravíssimo.

Esses métodos apenas vão anestesiar a dor, mas não vão ajudar a desinflamar o nervo. Você nunca irá acabar com as dores dessa forma.

Maurício me explicou que o ciático dói devido a tensão que é depositada no nervo em todas as ações que temos no nosso dia a dia.

É a mesma coisa que você pegar um elástico e esticar ele várias vezes durante o dia.

Por mais firme que ele seja, em algum momento vai afrouxar e perder força.

Com o nervo ciático é a mesma coisa. É tanto impacto diário, que uma hora ele danifica.

Para amenizar a dor é fundamental minimizar o movimento da articulação sacroilíaca que irrita o nervo.

Maurício então me contou algo que mudou a minha vida. 

Ele trabalhava em um consultório que estava adotando um método inovador para amenizar as dores no ciático.

Por meio de uma cinta fabricada por eles, era possível tirar melhorar a articulação sacroilíaca, limitando a sobrecarga e reduzindo a tensão do nervo.

"Eu gostei bastante deste smartwatch e fiquei muito impressionado com suas funções em se for comparar com o preço. Tenho arritmia, então precisava do relógio inteligente de saúde mais preciso e estou feliz por ter encontrado um. Agora posso acompanhar completamente minha saúde e esteja sempre na moda. " - Marlon Castro.

"Agora que sincronizei com meu celular, eu consigo receber as mensagens do trabalho diretamente no meu pulso, sem precisar ficar com o celular por perto. Sem contar todas as funçoes de saude que tem... nao vou conseguir nem usar a metade kkk. Por mim ta aprovado" - João Vitor.

"Sensacional, nao tiro mais do meu pulso, nem mesmo quando vou pra natação com o meu pai. Faz mais de 2 semanas de uso e ainda nao precisei carregar" - Daniel Henrique.

Ao limitar esse movimento e tirar qualquer peso que possa estar causando a dor, essa cinta dá tempo pro corpo começar a regenerar.

Mas se não usar a cinta, não importa o que faça, essa articulação sacroilíaca não vai parar de irritar o ciático e a dor vai continuar…

Confesso que fiquei um pouco cético com o que Maurício me disse.

Até fazia sentido o que ele estava falando, mas eu não conseguia entender como uma cinta poderia me fazer voltar a andar.

Se remédios, massagens e todo tipo de terapia não estavam ajudando, seria realmente uma cinta que conseguiria me curar?

Eu não conseguia acreditar, mas Maurício me contou como surgiu essa novidade deles.

Ele me disse que em algumas tribos africanas é muito comum a utilização de uma cinta para amenizar as dores na perna e lombar.

Ela é feita a partir da madeira extraída de uma árvore peculiar da Tanzânia e banhada em um chá de ervas naturais.

Ao ser fixada no corpo, a cinta age como um anestésico e alivia a inflamação do nervo, graças aos produtos naturais que banham a madeira.

Além disso, a utilização da cinta reduz a sobrecarga diante do nervo e contribui para que ele se regenere naturalmente.

Maurício me contou que descobriu essa cultura em uma viagem que fez na faculdade para conhecer métodos naturais de saúde.

A novidade chamou a atenção de toda sua turma, mas principalmente dele e de outros três alunos.

Eles então decidiram fazer uma cinta moderna, mas utilizando em sua composição as mesmas ervas que eram extraídas da Tanzânia.

Ainda na faculdade, desenvolveram o produto junto com um professor e decidiram fazer algumas experiências.

O professor ficou responsável de conseguir alguns pacientes que topariam participar do teste.

Mas ninguém se interessou…

Parecia que a novidade não daria certo.

No entanto, uma mulher da faculdade estava sofrendo com fortes dores nas pernas e ficou sabendo do estudo desses alunos.

Ela topou participar e conseguiu ter resultados excelentes em poucos dias. 

O seu caso não era tão grave como o meu, pois ela conseguia andar, mas sentia fortes dores.

Em duas semanas, todos os incômodos sumiram. 

A repercussão foi positiva em toda universidade e, cada vez mais, começaram a surgir pessoas interessadas no teste.

Os resultados se mostraram muito satisfatórios, mas faltava os testes em pessoas com um estado crítico iguais a mim. 

Eles então decidiram aperfeiçoar o produto e criar uma cinta totalmente flexível e com um apoio pélvico. 

Conseguiram um paciente que também não andava devido às dores no ciático para utilizar a nova cinta e…

pasmem, o produto deles também se mostrou eficiente nesses casos.

O período de recuperação foi um pouco mais extenso do que em uma pessoa com dores normais, mas a recuperação também é natural.

Em questão de um mês e meio, o paciente já estava andando normalmente e até fazendo exercícios físicos.

A cinta se transformou em um sucesso nos Estados Unidos, mas então a indústria farmacêutica decidiu barrar a comercialização.

Sabendo do poder milagroso que essas ervas possuem, os grandes empresários fizeram de tudo para banir a fabricação da cinta. 

Eles sabiam que o produto quebraria a indústria farmacêutica, que ganha milhões de dinheiro com analgésicos e anti-inflamatórios.

Mas Maurício me disse algo que me animou.

Ele revelou que após ele e seus amigos concluírem a faculdade, montaram uma empresa e investiram na cinta.

Resolveram bater de frente com as grandes empresas e, por isso, iriam começar a comercializar a cinta.

Como ele tinha um carinho grande por mim, decidiu me enviar uma gratuita para eu conhecer o seu poder.

Eu pensava se realmente era verdade tudo o que ele tinha dito, parecia bom demais tudo aquilo.

Pois bem, a cinta chegou…

Uma cinta bem flexível e com um aroma agradável devido a sua composição com as ervas.

Eu logo decidi usar, estava ansioso por aquilo.

A Jaquelina, minha esposa, me ajudou a colocar e a experiência foi incrível!

Nos primeiros dias, eu pensava que aquilo não mudaria nada em minha vida.

Mas no quarto dia, comecei a perceber que já conseguia movimentar a minha perna.

Era pouca coisa, mas para mim já era uma felicidade gigantesca.

Com duas semanas, a minha lombar, que tanto me incomodava, parou de doer.

Alguns movimentos eram difíceis de realizar, mas eu já não sofria com as dores.

Mas com um mês, veio o tão sonhado momento.

Consegui levantar da cama e caminhar pela minha casa!

Confesso que tive certa dificuldade, mas já era uma vitória.

Continuei usando a cinta e, em dois meses, eu já corria igual uma criança. 

Não consegui acreditar que finalmente eu havia me libertado disso.

Perguntei ao Maurício como isso era possível e ele me contou que por mais que os outros métodos ajudem, a melhor solução sempre será deixar o corpo se curar sozinho.

Para isso, precisamos dar um tempo, sem irritar o nervo ciático através do movimento da articulação sacroilíaca.

É por isso que massagens, remédios, acupuntura e outros métodos às vezes amenizam a dor, mas não tiram a irritação do nervo!

Já faziam quatro meses que eu estava bem, quando minha esposa relatou que uma amiga de seu serviço estava com o mesmo problema que o meu.

Emprestei a cinta para ela e os resultados foram excelentes também!

Decidi que isso tinha que ser mais divulgado no Brasil, já que eles iriam iniciar as vendas nos Estados Unidos. 

Uma consulta em um médico custa cerca de R$400,00. E além disso você gasta mais uns R$200,00 com a medicação. 

Mas esse valor é apenas por uns dois meses, logo você precisa retornar ao médico e comprar mais remédios.

Com essa cinta, você apenas adquire a sua e consegue se cuidar da maneira correta, gastando menos de R$100,00.

E o melhor, não precisa renovar sua cinta ou comprar remédios. Basta ter o produto e conseguirá aliviar seu problema no ciático.

Entrei em contato com o Maurício e sugeri que eles vendessem a cinta aqui também.

Coloquei-me à disposição para cuidar da comercialização no país e ele concordou!

Mas ele me disse algo que não consegui acreditar.

Ele falou: “Fabrício, eu quero que as pessoas tenham acesso a esse produto. Não quero ver ninguém sofrendo como você e meu avô sofreram!”.

Por isso, decidimos fazer algo que parece loucura.

Para este início de ano, diminuímos o valor da cinta e colocamos 48% OFF.

Por apenas, R$28,00 você vai ter a salvação dos seus problemas no ciático e receberá o produto sem precisar sair de casa.

E O MELHOR DE TUDO: se você usar a cinta e achar que não está sendo boa pra você, basta pedir o dinheiro de volta!

OS RESULTADOS SÃO GARANTIDOS E VOCÊ NÃO TEM PREJUÍZO.

Tá esperando o que?

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VEJA COMENTÁRIOS DE PESSOAS REAIS

“Quando fiz 35 anos, pensei que viveria uma das melhores fases da minha vida. Mas me enganei. Junto com a idade vieram as fortes dores no nervo ciático, e por nada nesse mundo eu conseguia aliviar esses incômodos. Por sorte, conheci um amigo que conhecia essa cinta e me indicou. Digo para todo mundo que ela salvou a minha vida, pois eu chorava de tanta dor”, Patrícia de Lima, 34 anos.

“Estava jogando vôlei em uma tarde de sábado e, do nada, senti uma forte fisgada na minha perna. Na hora, pensei que fosse alguma torção, mas ao longo do tempo vi que era o nervo ciático. Graças a essa cinta, nem precisei gastar dinheiro com consulta ou remédio. Em alguns dias eu já estava 100%”, Marcelo Aparecido, 29 anos.

“Fui pegar minha filha no colo e senti uma forte dor na lombar. Meu médico disse que era ciático e me recomendou essa cinta. Não consegui acreditar que ela iria me ajudar, mas decidi adquirir uma. Fiquei surpresa e até emprestei para minha mãe, que sofria com fortes dores no nervo”, Joice Carla, 39 anos.

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